Paulo orava tanto, que nem tanto.


    Paulo orava apesar de crer que o espírito intercede por nós. 

   Orações súplicas e ações de graças estão presentes em todas as suas cartas, chega a falar em se "esforçar nas orações". 

   Ele orava porque sabia que Deus ouvia, ele orava porque sabia que Deus sabe que não sabemos. Por isso, ele orava o que queria mas aguardava o que Deus quisesse.

   Por que orar então? Qual a motivação que Paulo tinha para orar? 

   Ele orava por que gostava. Era seu prazer, não era um tempo devocional para ele. Era a vida, respirar, amar, sentir, sofrer, esperar— tudo em Deus. Ele cria que não estava falando ao vento quando orava. Para ele orar era real.

   você gosta de falar com quem ama e com quem ama você? Paulo amava fazer isso. 

   Para que orar?

   Deus não ora, Deus fala, Paulo orava. Ele cria que Deus sabia o que ele queria, embora também não soubesse que talvez ele mesmo Paulo não soubesse o que estava de fato pedindo, mas, Deus sabia. Isto é fé na soberania de Deus.

   Orai sem cessar recomendava ele, ele orava sem cessar por que seu pensar já era um orar, quando acaba a divisão entre pensamento e oração, entre meditação e oração, entre reflexão e oração, então, ora-se sem cessar.

   Orar sem cessar é existir conscientemente em Deus.

É não pensar na pessoa de Deus.

Entendeu?

É fazer o processo de pensar, sentir, refletir e meditar, acontecer em Deus.

Isto muda tudo.


#ATIVADA 



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